Nxt Planner

por Carlos Henrique Castilho

KONY 2012

O vídeo do momento finalmente é um que tem conteúdo.

Conteúdo relevante com informações sobre o caos, sobre realidade, sobre vida, sobre conectividade, humanidade e escolhas.

Joseph Kony é líder da LRA (Lord’s Resistence Army), uma guerrilha que age de forma criminosa, sequestrando e abusando de crianças em Uganda. Este homem está também entre os 10 mais procurados no mundo por conta de seus crimes.

Jason Russell então tomou conhecimento da situação do país africano e resolveu ajudá-los e como conta no documentário foi através da conectividade que Jason conseguiu progresso e fez Kony e a fundação Invisible Children ficarem famosos e ainda chamar a atenção do governo americano. Assista ao filme:

O documentário é muito bem produzido e chamou a atenção de muitos pelo fato de que a tecnologia de hoje nos permite adquirir conhecimento, comunicar e unir-se rapidamente para um proposito em qualquer lugar do mundo.

Mas é importante refletir que não basta ficar online, tem que ir as ruas e tem que haver atitude.

Infelizmente a solução no vídeo é com mais guerra, convacando o exército americano, no qual negou o primeiro pedido de ajuda. O país que mais lucra em guerra.

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Social Media ROI

O vídeo abaixo mostra rapidamente alguns resultados positivos de cases de campanhas que utilizaram as redes sociais como meio de comunicação.

O estudo foi feito por Erik Qualman, autor do livro Socialnomics e também do vídeo Social Media Revoluiton.

Via Advertido.

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Social Media é Punk!

Achei um vídeo muito interessante lendo o Propagation Planning que compara o movimento das redes sociais de hoje com o movimento do Punk Rock que começou no fim dos anos 70 (se não me engano).

O Punk queria ter voz, ser notado, ser representado, era sobre paixão e participação, assim como as redes sociais.

Assim como existem várias plataformas de web 2.0 que nos possibilitam expandir e partilhar nossas opiniões, pensamentos, piadas, poemas, músicas, etc. para o punk existiam os gravadoras independentes que ajudaram o movimento.

A grande diferença é que o Punk nunca fora escutado pelas grandes corporações, ao contrário das redes sociais, que viraram preocupação para companhias que não sabem como lidar com elas.

Graças à tecnologia o movimento das redes sociais tomou proporções maiores que o punk, adquiriu um poder persuasivo, poderoso, que se espalha rapidamente, motivo suficiente para assustar CEO’s.

Este blog é social media e é punk!

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